
Existem certas coisas que me irritam, existem certas coisas que me irritam profundamente e existem coisas ( leia-se pessoas) que o simples compartilhar do mesmo ar causa-me um ódio indescritível e imensurável.
Expressões fisícas da frivolidade, da ignorância e das fezes suínas elas andam para lá e para cá dizendo "Eu não gosto de ler, é coisa de nerd.Gosto de Calvin Klein".
Filhos da puta!Vergonhas para a raça humana!Smegmas do diabo!
Eu tenho vontade de abrir-lhes as tripas e fazê-las devorar, lentamente, o próprio estrume ainda quente.
Em suas versões discretas, mas não menos dignas da mais horrenda morte, dizem: "Eu só leio Crepúsculo, Harry Potter e Código Da Vinci".A minha vontade para essas versões plus dos alienados é de fazer-lhes o que fazem aos meus ouvidos: enfiar-lhes os mais asquerosos, grotescos e escatológicos fluídos corporais boca (orelhas) a dentro e rir muito disso.
Normalmente, e para minha maior ainda irritação, são mimados ao extremo.Vivem do dinheiro do pai, trabalham no trabalho do pai, se orgulham do carro do pai e só, talvez por um acidente da natureza, não ejaculam com o falo paterno.
Eu, quando das mais intensas e excitantes conversas com esses pêlos pubianos comunicativos, respondo um "Que legal!Nossa, eu também adoro!".
Na verdade, não me irrita, mas me causa prazer, afinal são só mais uns fáceis, uns brinquedinhos que podem ser úteis ao acaso.
É fácil ludibria-los.Mais fácil do que a meus cachorros.Basta jogar o osso e criar a simpatia que querem.
Me divirto, me divirto.
Não seria politicamente correto um juiz cometer tais danos... mas seria prazeroso vê-lo no ato.
Genial, com toda sua intolerancia... também não suporto pessoas assim...(deixando claro que todos os livros citados acima está em meu roll de leitura) mas viver delas(fantasias) é mostrar como já estamos na ruinas do mundo... discutem na filosofia se o suicidio não seria a melhor solução. é o fim. é mesmo a hora de "fazê-los engulir o proprio estrume" abrir-lhes a tripa.
realmente é um texto agonizante... não alcança todos os publicos, mas pra que se importar com uma platéia muda, aleijada, inerte.
Eu queria acreditar no que escrevi há anos atrás:
"A partir do momento que o indivíduo apenas
banqueteia-se com os impropérios e desgraças,
é porque está sentindo prazer velado e secreto.
Se não estivesse, partiria para a ação ao invés de
ficar apenas nas conjeturações e especulações.
Por mais que negue, o prazer está lá, camuflado
através da indignação, raiva e condenação." [ engracado que eu tinha uma coerencia lá que não tenho hoje... culpa das mudanças que ainda estão em andamento.]
as pessoas mudam e, pra mim, hoje, não há prazer em assistir a violência.