debaixo da sua escada e de su'alma.
Encontrará algumas coisas vivas
e mortas
e podres
e apodrecendo.
E nos nossos rostos pintados pela anátema,
em beijos de morte escarrados,
verás os vizinhos que te adoram,
pais que te idolatram,
pastores que te ungem.
Mãos de quietude disforme
por suas pernas passeiam
buscando seu pescoço,
e seu choro.
Devagar e sem pausa.
Num prazer que você sente,
num grito mais que latente,
ele tem o prazer
e você se esvai
e você cai
e você esfria.
Debaixo do assoalho dele,
do meu assoalho,
é seu lugar
é sua casa
é sua morte.
Dali você não sai
o algodão em sua boca não sai.
Você é mais um brinquedo meu
e eu um seu.
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