
Eu a quero de volta, minha amada.
Não havia de me preocupar com minha solidão, tão pouco minha frieza.
No azul do mais profundo mar, eu podia navegar e chegar a praia, por ela passear e meus pés por na grama.Senti-la por entre meus dedos, sentir seu afago amável como o beijo na bochecha melado de uma criança.
Eu não chorava, só se doesse.
Eu não gritava, só se quisesse.
Eu não amava, só se amasse.
Eu não dizia, só se fosse verdade.
E como eu quero fazer isso de volta, querida minha.
Mas, felizmente, quando de sua volta tenho de apresentar-lhe meu irmão, a idade.
Que possamos conviver juntos os três, em homogeneidade, até que não se saiba onde começa um e termina o outro.
A idade, a inocência e eu.
Os três, outrora separados pelos ardis da vida, agora devem voltar a se amarem, e do fruto desse amor, venha pela primeira vez a tão esperada felicidade.
encanta-me!
Levei a mão ao peito!
Conseguiste tocar em um ponto meu.Que lindo!
Eu nunca sei ao certo o que encontrar no seu blog, alias, eu nunca sei o que esperah dele.Uma hora escreves coisas absolutamente mórbidas ,outra
você escreve coisas tão delicadas *-*
Me sinto uma ogra quando leio seus textos! Os meus são tão brutos em relação a este.
Gosto desse seu misto de personalidade!
Há há há. Hoje eu só quero rir. Sem rios de palavras amontoadas nesse comentário. Eu só quero rir, igual a uma criança boba, inocente, que sabe de verdade o bom da vida. Eu só quero rir. Igual a sensação que uma caixa de chocolates e jujubas me trás. Hoje eu só quero rir. Porque parece que meu amigo Lázaro saiu de sua tumba. E seja lá quem foi seu precursor. A honra retumbante é dele. Depois de rir, quero dar ThauL pelo putrefos vermes que dele saiam outrora. Thaul Vermes.