
Naveguei demais pelo mar profundo do ego.
Vi estrelas e esqueci dos vagalumes, tão belos quanto.
Vi atrizes e esqueci de pessoas.
Vi amores e esqueci de amigos.
Vi lascívia, mas esqueci de meus pais.
Esqueci que a pedra no caminho, eu posso retirar.
Que minhas flores, por mais que tenham espinhos, não matar-me-ão se arranharem.
Não lembrei que preciso saber viver nas coisas pequenas, não só nos amores.
Da esperança, dela tirarei meu alimento.
Sei, agora, que nem uma idéia vale minha vida.
Preciso, entre as flores que nascem no asfalto, achar algo em minha criança que há de me levar.Levar-me a lembrar que não estou sozinho, que devo caminhar para fazer o caminho.
No colo aconchegante de alguém eu lembro que preciso amar minha vida como se não houvesse um futuro, por que na verdade, não há.
Não quero morrer e vir a descobrir que nunca vivi.
E não o farei.
Viverei a vida inteira, em suas pequenices e grandices, apenas sendo feliz.
À pessoa que me fez ver isso que escrevo, minha eterna gratidão e respeito.Lembrarei sempre das palavras que foram-me ditas.
Com uma gratidão nunca antes sentida,
Weiss Brandt.
Rafa, nem tenho palavras para aqui escrever... Seu texto é lindo. E eu é que te agradeço por fazer parte de sua vida.
Rafa, nem tenho palavras para aqui escrever... Seu texto é lindo. E eu é que te agradeço por fazer parte de sua vida.
[2]
RAIRAIRAIRAIRAIRAI
felicíssima!
Não importa o que você ou as outras digam.Sei que fui eu que provoquei essa mudança.
Beijo bem quente, bem amor.
Prefiro sua versão malvada.É mais excitante.
Uhu. Bendito és tu entre as mulheres meu vei.
hu.
Seu emo.Mais ainda sim um emo bonito.e com pegada.
(6)
O texto pertence a quem sabe que é seu.Para fins de esclarecimento, eu disse para a pessoa que o texto é dela.
grato.