te olho e talvez mais uma
nos olhe.
Ninguém sorri mas
riem os caráteres de
anarco-positivistas
curitibanos.
Olhos frios em
frios toques de
frieza humana.
Beijos e
mordidas e
mãos e
líquidos e
exaustões e
dores
gélidas.
Êxtase, orgasmo
abismo, morto
doído, sem vislumbre de
sentido.
Cigarro que se acende, whisky que
se bebe, homem que
se mata e nem deixa
de viver.
Não tem abraço, não tem
roupa nem
nexo.
É só o sexo de
Curitiba.
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