de Curitiba, não a sua
mas a minha.
Minha vida é vinho e
cigarro e
Curitiba( a minha)
comprada com dinheiro não meu.
A vida é vinho e
cigarro
e Curitiba e
beijos e
amores e
mentiras redundantes.
Na orgia eu não estou,
não me amam
e eu não amo também.
Céu rosado, autor
divagante-divergente,
naqueles dias em que se vê
o que se ecoa ao redor
e as marcas dos dentes do tempo.
É hora de ir embora?
Mais um cigarro, porra
e mais um vinho
e mais uma Curitiba
dos lábios incendiários que não quero.
Chega.
Empulhação de mais para a orgia de
Curitiba.
Só o cigarro basta.
super classudo!
parabens!
O que falar de poesia, se poesia não fala apenas. Poesia encanta. Logo no primeiro contato: ela despe-se do autor que generou. Depois ela roupa-se de quem ler, do momento que ele passa. De repente, na poesia ele ver a luz, a vontade de viver, a vida.
E eu não amo, amém.
belo poema,,,essa parte gostei,.nakeles dias que se ve ecoa ao redor as marcas dos dentes do tmepo...
Beem LEgaal...
Tbm escrevo..
passa la no meu blog.. ;D
http://contosdaayres.blogspot.com/