é bem filho da puta.
Faz o que quer
e tem ninguém
acima ou ao seu lado.
Tá nem aí,
nem aqui
nem acolá.
Se esconde,
o velho maligno,
atrás do menino,
inocente criança
que é meretriz de si mesmo.
Velho maldito!
Saia de trás desse olhos azuis
(do mar profundo)
e venha me enfrentar!
Crítico. Talvez por cinismo ou por desafronte. O velho que há dentro de nós... que não tem medo de curtir o prazer, porque também não tem medo de morrer. Esse velho, que se acha experiente, que se acha grande, que se acha velho demais pra temer. É um medroso, é um acanhado, que habita a pele alva e inocente de nós, jovens.