Desisto de nadar.Deixo-me afundar, para, novamente, ver o mesmo lugar.Rugidos barbáricos em mim querem explodir, mas mostram-se como simplórios e cínicos "Muito obrigados" e "tudo bens".
Quero morrer, mas não posso.Quero chorar, mas lágrimas evaporam no asfalto.Não há Pasárgada para fugir.Não há pedra no caminho.Não há caminho.Há o vazio.O vazio é seu Deus, seu começo, seu fim: sua morte.
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