
Ela não sabe quem é.Me pede para descreve-la, mas mau sabe que não posso ler.
Não posso chegar, sequer deslumbrar, as profundezas da genialidade feminina que ela sabe possuir.
Em sua beleza, não endeusada, não idealizada, não efêmera, conversamos sobre o que nos aprouver.Liberdade que experimentamos.
Ela me conhece e eu a conheço sem nunca termos nos conhecido.
Palavras aqui podem parecer douradas, mas as que insistentemente e sempre no mesmo horário escrevemos, são divinas.
Não preciso fazer meus joguinhos, não preciso criar mais um personagem.
Parado, ante a vida que levo, me pego lembrando de minha idiotice.Por que haveria eu de me submeter a isso?O que ganho?
A questão é que recebo o que nunca tive de ninguém.A chance de jogar minha essência, sem medo de perde-la em estúpidos paradigmas humanos.
E por isso, serei grato.Sempre grato.
A quem achar que esse texto é seu.
Friedrich Brandt
É lindo Rafa... A cada dia que passa tenho mais motivos para gostar de vc.
Me embaracei nas cordas dessa suas linhas.
Muito Fiel meu amigo. Também tenho algumas pessoas que posso desvelar minha essência. Esse texto cabe em mim. Muito digno mesmo. Sorte de ambos que se têm para serem simplesmente. Sem estimativas, sem expectativas... Abçs
P.S: Parei aqui sem querer, queria ler um texto seu antigo que sempre preciso para desabafar alguns momentos meus. E me encantei com as palavras da primeira linha.